Grávida morta na Rocinha: Polícia Civil tem nova linha de investigação

Augusto Dias da Silva, namorado de Géssica Oliveira de Souza chegou a ser preso, mas liberado após feminicídio ser descartado

24/12/2025 | Por: O DIA

Grávida morta na Rocinha: Polícia Civil tem nova linha de investigação

Divulgação

Uma nova linha de investigação aponta que o caso da mulher grávida de cinco meses achada morta com um fio amarrado ao pescoço, dentro de casa, na Rocinha, Zona Sul, não se trata de um feminicídio, mas sim que Géssica Oliveira de Souza, de 36 anos, tirou a própria vida.
Géssica foi encontrada já sem vida por militares do Corpo de Bombeiros, acionados às 9h desta terça-feira (23). O corpo da vítima foi levado à maternidade do Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, também na Zona Sul. A direção do hospital divulgou que os médicos avaliaram as condições do feto e constataram que não havia possibilidade de salvá-lo. O bebê foi encaminhado para o IML.
Durante as investigações iniciais, depoimentos de familiares, o laudo da unidade médica, que inicialmente apontava morte por esganadura, além da tentativa de fuga do namorado de Géssica levaram a polícia a tratar o caso como feminicídio.
Augusto Dias da Silva, namorado da mulher, chegou a ser preso por agentes da 5ª DP (Mem de Sá), enquanto tentava embarcar para Minas Gerais, na Rodoviária do Rio, na noite desta terça-feira (23).
Em apurações posteriores, conduzidas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), foram analisadas conversas armazenadas no telefone celular do suspeito. Além disso, nova perícia realizada por médico-legista constatou enforcamento com nó atípico na região da nuca.
Pelo conjunto de elementos técnicos e investigativos reunidos, a DHC aponta o suicídio como principal linha de investigação, que segue em andamento para o completo esclarecimento dos fatos. Com isto, Augusto foi liberado
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