Operação contra grupo que atacou PM em Paraty tem líder do tráfico morto

Outras três pessoas foram presas. Agentes da DRE cumprem mandados de prisão e de busca e apreensão

04/02/2026 | Por: O DIA

Operação contra grupo que atacou PM em Paraty tem líder do tráfico morto

Divulgação

A Polícia Civil realiza, na manhã desta quarta-feira (4), uma operação contra criminosos responsáveis por tentar matar um policial militar em Paraty, na Costa Verde fluminense. Até o momento, três pessoas foram presas e o líder do tráfico de drogas no Morro do Glória foi morto em confronto com os agentes. A operação segue em andamento.
A ação é de agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE-CAP) e cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão contra integrantes do grupo. Segundo as investigações, o grupo está envolvido em uma tentativa de homicídio ocorrida no dia 17 de junho de 2025, em frente à residência da vítima. Bandidos armados com fuzis e pistolas dispararam contra o policial militar, que reagiu e conseguiu escapar. O veículo utilizado no ataque foi incendiado posteriormente, numa tentativa de eliminar provas.

A quadrilha atuava de forma estruturada, com divisão de tarefas e hierarquia definida, sendo responsável por ações violentas contra agentes de segurança pública.

Segundo a Polícia Civil, a análise de celulares apreendidos permitiu identificar um dos alvos como responsável pelo apoio logístico do atentado, incluindo o fornecimento do veículo usado no crime, transferências financeiras para custear a ação, repasse de informações estratégicas e intermediação entre os integrantes do grupo. As investigações também indicaram a participação de outros envolvidos no monitoramento de policiais, apoio à fuga dos criminosos e na tentativa de ocultação de provas, como o planejamento do incêndio do veículo utilizado no ataque.
Além da tentativa de homicídio, o grupo é investigado por envolvimento com o tráfico de drogas na região da Costa Verde, com ligações com áreas dominadas por facções criminosas na capital, e por outros crimes, como agiotagem.

A ação contou com o apoio da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Baixada Fluminense e de delegacias distritais do Departamento-Geral de Polícia do Interior (DGPI).
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Jornalista responsável:
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